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Mostrando postagens de Junho, 2013

Uma história de assalto.

Creio que todos conhecem aquela história da freirinha que viajava em um ônibus e deu um leve cochilo, levíssimo, coisa de segundos. Ela evitava até mesmo se distrair nessas viagens, por medo de ser roubada. Dessa vez ela cochilou. Acordou assustada, olhando prum lado e pro outro, analisando os semblantes de todos à sua volta, e achando, se não todos, mas pelo menos uma boa parte daquelas pessoas, muito suspeitas. Baixou os olhos para seu próprio braço e se deu conta de que lhe faltava o relógio... Ah, não, pensou ela, me roubaram, enquanto eu dormia o relógio que ganhei no meu último aniversário. Olhou de soslaio para o homem jovem sentado do seu lado direito, moreno, cabelo encaracolado, olhar estranho, e, ato contínuo, olhou e viu o SEU relógio no braço do rapaz”. Começou a tremer, de medo e de raiva, pela audácia do ladrão. Sem pensar duas vezes abriu a própria bolsa, dela retirando uma comprida e perigosa agulha de tricô, e, discretamente, sem querer chamar a atenção dos outros pa…

Sexualidade na velhice não se resume à consumaç&ati... » Isaúde

Eu queria ilustrar aqui com uma bela e romântica foto, ainda busquei na internet,mas preferi essa aqui...é mais pessoal.

Sexualidade na velhice não se resume à consumaç&ati... » Isaúde
Tentei contar essa fábula a minha querida amiga Elaine Vasconcelos, que a achou bem interessante, mesmo eu me perdendo toda na tentativa de contá-la.Prometi a ela que ia lembrar direitinho da história.Fiz melhor.Hoje a encontrei copiada em uma antiga agenda, de 2002, e, a essa alegria juntou-se a emoção de rever a minha agenda com todas as páginas desenhadas artisticamente por uma outra queridíssima amiga que já não está mais em nosso convívio. Marister, com quem tive a honra de trabalhar no Colégio Cascavelense, incansável na sua labuta com a educação infantil, passou alguns dias com minha agenda em casa, fazendo nela desenhos diferentes em cada página, sempre à noite,me disse ela,em seus momentos de folga.
O Papel e a Tinta
Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas extremamente iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia escrito uma porção de palavras em toda a folha. - Será que você não podia ter me poupa…