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Mostrando postagens de Novembro, 2010

Não é sobre drogas. É sobre território e armas, estúpido

Uma conversa com o excelente policial delegado Beltrame neste sábado à tarde, na Secretaria de Segurança, no prédio da Central do Brasil, no Rio, deixa muito claro o que está por trás da vitoriosa estratégia dele.
Ele combate o tráfico de drogas, sim.
Mas, isso é secundário.
Sempre haverá consumo de drogas e sempre haverá uma forma ilícita de atender a esse consumo.
O problema do Rio, diz Beltrame, é que uma parte do território nacional – o complexo do Alemão – não podia ficar mais sob o controle do terror e da ditadura dos traficantes.
Não se pode imaginar que o Estado brasileiro entrasse ou controlasse a integridade de seu território – menos o complexo do Alemão.
Trata-se de uma questão de Segurança Nacional, que transcende os hábitos dos mauricinhos da classe média.
Esse pessoal que agride homossexual com lâmpada fosforescente.
Sempre haverá alguém para levar droga a esse tipo de consumidor.
O consumidor de crack é outra questão.
É uma questão de política social agressiva, como a que o Padim…

Renato Rovai: Os bastidores de uma entrevista histórica

Alguns bastidores da entrevista com Lula [concedida na quarta-feira (24), em Brasília, aos blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Renato Rovai (Blog do Rovai), Leandro Fortes (Brasília, Eu Vi), José Augusto Duarte (Os Amigos do Presidente Lula), Túlio Viana (Blog do Túlio Viana); Pierre Lucena (Acerto de Contas); William Barros, do (Cloaca News); Altino Machado (Blog Altino Machado); Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania); e Rodrigo Vianna (Escrevinhador)].
Ao final da entrevista o presidente, com as câmeras e microfones já desligados, disse que queria se comprometer a já agendar uma próxima entrevista com aquele grupo para logo depois que deixasse a Presidência. "Porque eu quero tratar com vocês do mensalão, quero falar longamente dessa história e mostrar a quantidade de equívocos que ela tem. Porque o Zé Dirceu pode ter todos os defeitos do mundo, mas…"
Quando o presidente ia completar a frase, um dos fotógrafos pediu para que ele se ajeitasse para a foto e o pensamento f…

Eu,heim? Tô Fora!

Um colega de trabalho comprou uma moto, realizando assim um antigo sonho. Assim que recebeu a dita cuja resolveu ligar pra esposa e dividir a felicidade com ela."Querida, recebi a moto, estou olhando pra ela", ele todo feliz, babando a aquisição:"Onde você está?" Ela: "estou indo pra casa, já estou aqui pertinho do Banco do Brasil." Ou seja, ela estava a uns dois quarteirões, mais ou menos, do marido motorizado. Ele, todo solícito: "Pois passe aqui que eu vou te deixar em casa." Ela: "tá certo." Passados mais de dez minutos, ele estranhando a demora liga outra vez pra esposa, ao que ela responde: "Já estou em casa, vim a pé mesmo." Com medo de andar de moto com o amado, ela cortara caminho atravessando para a outra rua a fim de que ele não a visse. O amor é lindo! E confiar cegamente só em conto de fadas!

Isso Sou Eu! (Ou quase...)

MEMORIAL
Antonia Glosvalda Olinda Braga Correia
Assistente Social – CRESS 3859


APRESENTAÇÃO


Ter que escrever esse memorial como parte das exigências para inscrição no Curso "Sofrimento Psíquico na Contemporaneidade" me pegou de surpresa. Não sabia bem por onde começar, e confessar isso talvez não seja uma boa ideia. Pode me deixar em desvantagem no momento da seleção. Talvez, mas tenho algo a dizer em meu favor: tenho 53 anos de idade (nasci em 08/02/1957), agora em agosto completei 30 anos de contribuição previdenciária (posso me aposentar, se quiser, mas vou ficar a mercê da compulsória), e tenho 24 anos de atividade acadêmica. Não sei ao certo o que isso pode ter a meu favor, mas algo me diz que sim. Moro em duas cidades: durante a semana estou em Marco, onde trabalho no CAPS, e nos finais de semana estou em Fortaleza, com meu marido (Eduardo), meus filhos, e meu pai, José Sérgio de Olinda, que hoje completa 89 anos de idade. Minha mãe, Maria Luiza Braga, reside em Iguatu. Es…

Se cair,não adoeça!

Semana passada meu filho sofreu um pequeno acidente e machucou o ombro direito, aparentando não conseguir realizar movimentos com aquele braço, e resolvemos levá-lo ao Instituto José Frota – IJF central para um atendimento de emergência. Lá fomos informados de que só estavam atendendo fratura exposta, e que o único hospital que poderia atender aquele caso seria o Frotinha de Antonio Bezerra. Fomos pra lá, claro. Outro lado da cidade, mas doença é doença, e necessidade é necessidade. Lá chegando demos de cara com um aglomerado de pessoas para atendimento traumatológico, todos se empurrando diante de uma porta que,supus na hora,dava pra sala do médico de plantão.Ninguém pra organizar a fila por prioridade ou,pelo menos,por ordem de chegada. Ninguém. Aos empurrões era decidido quem entrava antes, enquanto eu via, por outros corredores, funcionários passando sem prestar a menor atenção ao que acontecia ali. Abordei um deles indagando porque não tinha alguém orientando aqueles usuários, e …

E isso?

No meu tempo, eu jamais arrancaria um objeto das mãos da minha mãe, mesmo que eu achasse que estava certa e ela errada, sobre algum assunto; hoje me pego, de vez em quando, sendo grosseira com ela, e mesmo que me arrependa quase de imediato, e lhe peça desculpas, nunca tive coragem de dizer a ela que aprendi esse comportamento desrespeitoso com os meus filhos.