domingo, 26 de junho de 2011

Menos,meu amor!!!

Comentando aqui com o meu marido a respeito dessa notícia do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ter reconhecido um filho que depois se constatou,mediante exames de DNA, que não era seu, de repente eu pergunto: “Sabe quem é, né, filho, a jornalista Miriam Dutra, da Globo?” E ele, mais que depressa: “Tenho até medo de dizer que conheço e ela aparecer com um filho dizendo que é meu.” Kkkkkkkkk Menos, Eduardo, bem menos!

domingo, 5 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ruim com ela, pior com essa... Ou: Ai que saudade da Redenção!

Pois é, depois de cinco anos viajando pela Redenção, e reclamando dela por tudo (e por nada), nos vemos, de repente, sendo obrigados a aturar a Fretcar, empresa que passou a fazer a linha Fortaleza/Jericoacoara desde o começo do ano. Da Redenção costumávamos reclamar dos atrasos na saída de Fortaleza, da repetição dos filmes exibidos, das poltronas pouco confortáveis, de como chegava tarde ao Marco, e, principalmente, de ser a única na linha. A falta de concorrência fazia com que ela não se esforçasse para melhorar o serviço, dizíamos entre nós. Reclamávamos de barriga cheia, acabamos descobrindo da pior maneira. Continuamos a sair com atraso, e passamos a chegar ao nosso destino quase uma hora depois do que chegávamos antes, devido às demoras intermináveis nas rodoviárias. Um saco!Filmes?Nem repetidos!Sem TV! As poltronas são no mesmo estilo, em algumas vezes, e piores, na maioria das vezes. Estreitas, pouco espaço entre as fileiras... ai ai ai! Detalhe: como ele chega tarde da noite ao nosso destino, e a pequena agência da cidade está sempre fechada, costumávamos descer do ônibus o mais perto possível de nossas casas. Já a nova empresa não para fora da agência nem a pau! O que já foi motivo de estresses e discussões por parte de alguns profissionais que moram mais distante. Semana passada, vi uma colega (enfermeira) quase ir às lágrimas, por ter que arrastar três bolsas até sua casa, após passar em frente a ela e quase implorar para o motorista deixá-la descer ali. Maldade! De outra vez foi pior ainda: outro colega (médico) viajando com a mulher e dois filhos, pediu pra descer em frente ao hospital e lá pegar o seu carro... Pensam que ele foi atendido? Nam nam nim nam nam...teve que descer com a família na tal agência(fechadinha da silva), e andar alguns quarteirões até o hospital para pegar o carro, enquanto a mulher ficava esperando na calçada de uma esquina escura,com as crianças sonolentas demais para andarem a pé.E eu?Bom, eu de qualquer forma não desceria mesmo em frente à minha casa, o ônibus não passa pela rua que eu moro, mas antes eu descia mais próximo, andava bem menos, e agora... Lembrando que em Marco não há táxis! Ah, mas eu já ia me esquecendo do que mais sentimos falta: das garotas que trabalhavam como cobradoras( como era mesmo que elas se auto-denominavam?), sempre solícitas, delas nunca reclamamos, juro! Elas nos faziam sentir passageiras de avião! Sempre se apresentavam no comecinho da viagem, davam as boas vindas, falando seu nome e do motorista, o que era quase sempre dispensável, pois conhecíamos quase todas; informavam o nome do filme que seria exibido, quase sempre o mesmo da semana anterior, ao que dizíamos em uma só voz..ahhhhh, esse de novo? Ao que ela perguntava: alguém tem outro filme aí? E sempre havia alguém levando um filme na bolsa, já prevendo esse momento, e emprestava pra ela... Meu Deus, que saudades! Era muito bom! Quase sempre éramos os mesmo profissionais, então a gente meio que se conhecia “do ônibus”, mesmo quando iam ficando em cidades diferentes... Itapipoca, Amontada, Morrinhos, Marco, Bela Cruz, Cruz, Jijoca... Profissionais de diversas categorias: psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, médicos, nutricionistas... Gente do céu, tou emocionada de lembrar daquelas viagens,viu?Costumávamos brincar entre nós dizendo que naquele horário um terço dos passageiros era turistas indo de férias pra Jericoacoara, e dois terços eram de profissionais indo trabalhar em cidades vizinhas, e que na alta estação se invertia esse número, o que nos obrigava a comprar passagem com bastante antecedência, ou então ir em outro horário, por falta de passagem nesse. É, eu por mim sinto falta da Redenção, e não me acostumo com essa empresa estranha que é a Fretcar...E ainda teve o furto dessa semana! Mas aí já é outra história.

Strange Fruit ( Poema de  Lewis Allan, pseudônimo de  Abel Meeropol, publicado em 1936. ) Southern trees bear strange fruit, Blood on th...