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Transparência e Controle Social.

Com o tema “A Sociedade no Acompanhamento e Controle da Gestão Pública”, o município de Marco realizou hoje, 25 de janeiro, sua I Consocial - Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social; e pode-se dizer que, no final das contas, ela alcançou o seu objetivo maior, na medida em que conseguiu envolver os seus quase 100 participantes numa acalorada e produtiva discussão sobre o que é e como se chegar à tão sonhada transparência na gestão pública, e à quase utopia do controle dessa gestão por parte da sociedade. Sem a presença de nenhuma das autoridades ou gestores locais, mas todos bem representados, verdade seja dita, a Consocial foi aberta por volta de 8 e meia da manhã, no auditório da Secretaria de Educação. O ponto forte da Conferência foi mesmo as discussões em grupo, embasadas nos quatro subtemas pré-definidos pela organização da I Consocial Nacional, a realizar-se nos dias 18,19 e 20 de maio de 2012, em Brasília, e que tem nas conferências municipais uma das etapas preparatórias. Outra etapa é a Consocial estadual, que acontecerá nos dia 02 e 03 de março próximo, em Fortaleza. Os eixos: I-Promoção da transparência pública e acesso à informação e dados públicos; II-Mecanismos de controle social, engajamento e capacitação da sociedade para o controle da gestão pública; III-A atuação dos conselhos de políticas públicas como instâncias de controle; IV-Diretrizes para a prevenção e o combate à corrupção. Cada grupo formulou 25 propostas para a seleção de um total de 20 a serem encaminhadas à Comissão Organizadora Estadual, e que irão subsidiar um planejamento nacional sobre transparência e controle social. Foram debates riquíssimos, mesmo sem a participação de alguns seguimentos, e pelas propostas apresentadas ao final ficou clara a angústia da sociedade quando o assunto é informação e conhecimento da coisa pública. Numa sociedade tão e cada vez mais desigual como a nossa, a discussão do eixo quatro suscitou comentários e pontos-de-vista dos mais interessantes,
,mas a colocação de um dos participantes desse grupo, do qual eu fazia parte, marcou a elaboração das nossas propostas: “Eleição era só uma, de quatro em quatro anos, mas aprovaram pra ser de dois em dois anos porque a maracutaia é boa!” E viva a transparência!

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De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Escute aqui, por  que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato responde

- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para  pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc.  A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria  dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na  esquina.

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